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quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Menos impostos para investimentos


Importação de bens de capital de 530 itens teve a cobrança de tributos reduzida de um teto de 16% para 2%. Nova cobrança valerá até 31 de dezembro de 2013
O imposto de importação de 530 bens de capital (máquinas e equipamentos industriais) e bens de informática e telecomunicações que não são produzidos no Brasil caiu para 2% até 31 de dezembro de 2013, informou ontem a Câmara de Comércio Exterior (Camex).As alíquotas originais desses produtos variavam entre 14% e 16%. De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (Mdic), 249 desses produtos já estavam com alíquota de 2% e tiveram o benefício renovado até o final do ano que vem.
O montante gasto pelas indústrias para importar esses bens será de US$ 1,63 bilhão, e os produtos serão usados em projetos que totalizam US$ 8,56 bilhões em investimentos.
Esse tipo de redução temporária de impostos de importação de produtos que não são fabricados no Brasil é um mecanismo batizado como ex-tarifário, e tem como objetivo permitir investimentos produtivos no País – os cortes no imposto são vinculados a investimentos informados previamente por empresas à Camex.
Os principais setores contemplados pelos investimentos previstos são: mineração (24,89%), geração de energia (12,61%), ferroviário (11,12%), químico (11,12%), automotivo (7,58%), vidros (6,87%) e metalúrgico (5,86%). A maioria dos empreendimentos relacionados aos recursos estão nas regiões Nordeste e Norte do País.
Os produtos que terão seus impostos de importação reduzidos são provenientes dos Estados Unidos (33,3%), Alemanha (11,2%), França (10,4%), Finlândia (9,6%) e Bélgica (7,4%).
Por outro lado, o governo também tenta incentivar a indústria nacional através da elevação de três impostos de importação.
A decisão da Camex, publicada ontem no Diário Oficial da União – elevou os impostos sobre os equipamentos de alimentação ininterrupta de energia, conhecidos também por UPS ou no break (aumento de 14% para 20%), cartões de memória (de zero para 16%) e circuitos impressos (de 10% para 12%).
A medida da Camex permitiu que, até 2015, seja permitido cobrar uma alíquota de imposto de importação diferente da que é estabelecida pela Tarifa Externa Comum.
“A aplicação das exceções levou em consideração a estrutura tarifária das cadeias produtivas envolvidas e as diretrizes do Plano Brasil Maior”, diz nota do Mdic.
O objetivo é estimular a capacidade inovadora da produção nacional e fortalecer os setores de informática e de componentes eletrônicos com produtos de alto valor agregado.
INDÚSTRIA
Os indicadores da indústria nacional registraram ligeira melhora no mês de julho, na comparação com junho, segundo dados da Sondagem Industrial da Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgados ontem. O indicador de evolução da produção registrou 51,1 pontos (ante 45,5 em junho e 50,1 na relação com o mesmo mês de 2011). Já o estoque efetivo em relação ao planejado atingiu 52,2 pontos em julho (ante 52,5 pontos em junho e 53,7 em julho de 2011).
Os valores variam de 0 a 100. Acima de 50 pontos indicam aumento da produção, estoque acima do planejado ou utilização da capacidade acima do usual.

sábado, 16 de junho de 2012

Governo do Estado, Prefeitura de Caruaru e concessionárias passam por sabatina da MetroShacman


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Depois de dois dias de intensas reuniões, os executivos representantes da Shaanxi Automobile Group CO., Ltd, da Shacman, da MetroEuropa e da Weichai (fábrica de motores e controladora da Shacman) deixaram com o Governo do Estado, Prefeitura de Caruaru, concessionárias de serviços públicos e integrantes do Sistema S as primeiras “lições de casa” para a efetivação do projeto da montadora de caminhões e ônibus MetroShacman no município do Agreste Central. O acerto geral, após os encontros, foi de que as demandas por informações fossem enviadas o mais breve possível, para as instituições locais entregarem as respostas à AD Diper, que uniformizará os relatórios.

Hoje, o grupo está no Rio de Janeiro, onde participa de reunião com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), sendo ciceroneado pelo presidente da AD Diper, Márcio Stefanni. Ontem (13.06), os investidores passaram a manhã sabatinando os presidentes da Compesa, Roberto Tavares e Celpe, Luiz Antonio Ciarlini, e o diretor técnico-comercial da Copergás, Jailson Galvão, a respeito das estruturas existentes, o que poderá ser ampliado ou feito para atender a demanda do empreendimento.

O presidente da Compesa, por exemplo, explicou como funciona o abastecimento de água e tratamento de resíduos em Caruaru e assegurou que o fornecimento estimado pelo empreendedor é perfeitamente adequado ao que a companhia pode ofertar.

Na sequência, as perguntas foram direcionadas ao secretário de Trabalho, Qualificação e Empreendedorismo, Antonio Carlos Maranhão, à secretaria executiva de Trabalho e Qualificação, Angella Mochel e ao diretor regional do Senai em Pernambuco, Sérgio Gaudêncio. O secretário relatou como funciona o sistema de formação de mão de obra técnica no estado, fez projeções sobre número de alunos formados em cursos técnicos de interesse para a montadora e de formandos em engenharias. Os chineses também questionaram sobre a legislação trabalhista, custo de mão de obra e o ambiente sindical existente, etc.

Encerrando a manhã, o superintendente do Banco do Nordeste em Pernambuco, Sérgio Maia, fez uma explanação sobre a instituição e seus diferenciais, enquanto banco federal estabelecido na região, e se colocou à disposição da equipe financeira da MetroShacman para fazer simulações. Por fim, Roberto Abreu, secretário executivo de Desenvolvimento de Negócios da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, apresentou os incentivos fiscais federais e estaduais, também se comprometendo a detalhar exemplos aos investidores, demonstrando como os benefícios funcionam na prática.

No primeiro dia da visita (12.06), a comitiva sobrevoou Suape e Caruaru, tendo reuniões nos dois locais. À tarde, foi feita uma vistoria no terreno (km 51, da BR 104), já declarado de utilidade pública, e uma apresentação institucional das potencialidades de Caruaru, sob comando do prefeito José Queiroz. À noite, a comitiva foi recebida para um jantar com o governador Eduardo Campos, no Palácio do Campo das Princesas.

“A Metro e a Shacman são parceiras há 20 anos e discutem essa planta, entre si, há cinco. Eles pensam no Brasil como sua base para a América e África. Pernambuco se pauta pelo desenvolvimento de suas regiões. A Shacman poderá ser a âncora para muitos outros investimentos em Caruaru”, declarou o presidente da AD Diper.

SOBRE AS NEGOCIAÇÕES – As negociações da Shacman com o Governo de Pernambuco foram iniciadas em outubro do ano passado, através da AD Diper. Em dezembro, uma comitiva formada por empresários brasileiros e chineses reuniu-se com o governador Eduardo Campos para tratar da consolidação do negócio. O passo seguinte foi a ida do grupo a Caruaru para a escolha do terreno. A área tem 220 hectares e já foi tornada de utilidade pública. Em fevereiro, representantes do Governo do Estado foram à Shaanxi conhecer as fábricas do grupo e dar continuidade à negociação, repetindo o feito em maio, desta vez com o governador Eduardo Campos.

O Governo do Estado concederá incentivo fiscal de 95% sobre o saldo devedor do ICMS, segundo as regras do Programa de Desenvolvimento do Setor Automotivo do Estado de Pernambuco (Prodeauto), à Shacman. A empresa também receberá incentivos municipais (isenção de IPTU e ISS por dez anos).

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quinta-feira, 7 de junho de 2012

FIEPE inscreve em Programa de educacao corporativa para pequenas empresas


A FIEPE está com inscrições abertas para o Programa Gestão Executiva, de educação empresarial continuada. O projeto vai capacitar profissionais que atuam em empreendimentos de pequeno e médio porte para vencer os desafios do acirrado mercado atual com as modernas ferramentas gerenciais. Os interessados podem optar entre realizar os cursos separadamente ou participar do Programa completo, formado por seis workshops de oito horas cada.
Especialistas vão aliar aulas expositivas aos estudos de casos, promover discussões interativas e utilizar jogos de negócios para desenvolver as competências dos participantes aplicarem os conhecimentos adquiridos nos projetos de suas empresas. “Desenhamos um programa arrojado para ampliar a visão estratégica e levar as empresas de pequeno e médio porte do Estado a um desempenho superior no mercado”, afirma a coordenadora da Unidade de Produtos e Serviços da FIEPE, Cynara Melo.
O primeiro treinamento abordará a globalização e o macroambiente empresarial, no dia 14 de junho. A gestão estratégica organizacional para alavancar resultados será o tema do encontro do dia 19 de julho. Os segredos para a saúde das finanças corporativas são o foco da reunião do dia 9 de agosto, enquanto a gestão eficaz de pessoas estará em pauta dia 12 de setembro.Marketing e inovação para agregar valor aos negócios serão tratados 18 de outubro. Já uma abordagem realista para abrir novos mercados por meio da gestão internacional encerra o programa dia 21 de novembro.
Todos esses cursos serão das 9h às 18h, na sede da FIEPE, em Recife. Quem adquirir o pacote de treinamento ganha um módulo gratuito. Empresas associadas aos sindicatos filiados à Federação têm desconto na inscrição. Mais informações pelo (81) 3412.8461 ou produtoseservicos@fiepe.org.br.

Atração de fabricantes de máquinas ao NE é desafio


 falta de mão de obra qualificada é entrave para instalação de fabricantes de equipamentos na região 

Ao mesmo tempo em que recebe cada vez mais atenção por parte de fabricantes e lojistas de outras regiões, o setor de calçados, no Nordeste, que tem conquistado aumento na produção e no mercado consumidor, tem demandado um número crescente de investimentos que viabilizem a manutenção do ritmo de expansão, principalmente no que se refere à maior facilidade ao acesso a matéria-prima e equipamentos. Apesar de vislumbrarem a possibilidade de se instalar na região, fornecedores aguardam um momento mais apropriado para criarem unidades produtivas. 

Principal reflexo da instalação de uma fabricante na região seria a redução dos custos de produção e dos itens à venda FOTO: DIVULGAÇÃO

Das 60 fábricas que compõem a Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos para os Setores de Couro (Abrameq), nenhuma está localizada na região, obrigando os produtores a comprar máquinas das regiões Sul e Sudeste, o que acarreta em maiores custos de produção e menos agilidade no desenvolvimento de novos produtos. A demanda maior por equipamentos nos últimos anos está também ligada à maior frequência com que se dão inovações e lançamentos por parte dos fabricantes de calçados, por conta da competitividade.
Destaque nacional 

De acordo com o presidente do Sindicato das Indústrias de Calçados e Artefatos da Paraíba (Sindicalçados) Eduardo Almeida, o esforço do setor, agora que as indústrias do Nordeste têm ganho destaque maior no cenário nacional, é atrair compradores de outros estados. O passo seguinte, que já tem sido estudado, afirma, é atração de fabricantes de máquinas para a região. Ele ressalta que o setor se prepara para dialogar com as administrações estaduais, de forma mais incisiva, para tentar viabilizar a atração. "É um namoro que ainda está no começo", comenta.

Ontem, Almeida participou do Gira Calçados, que ocorre até amanhã em Campina Grande (PB) e reúne produtores e lojistas do setor. Para que seja tomado esse novo passo no Nordeste, contudo, a região ainda precisa se mostrar mais atrativa a possíveis investidores. Entre os representantes de fábricas que se encontravam ontem no evento, uma resposta se repetia com frequência, quando eram questionados sobre a possibilidade de inaugurar uma unidade no Nordeste: "Ainda não. O mercado ainda não comporta".
Potencial, mas nem tanto 

Para a maior parte dos fabricantes, o Nordeste é uma região que possui potencial expressivo, mas ainda não existe uma demanda que justifique um investimento do gênero, principalmente por conta da complexidade da instalação de uma fábrica desse tipo. Todavia, aposta a maior parte dos empresários, caso o ritmo de crescimento se mantenha, a região deverá passar a receber investimentos do gênero, logo que a instalação parecer viável.

"A gente sabe que algumas empresas individualmente já cogitam e conversam. Hoje, talvez não seja viável, mas, talvez, num futuro próximo, a gente possa estar implantando uma planta produtiva", aponta o presidente da Abrameq, Daniel Steigleder. Essa implantação, indica o gerente de vendas da fábrica Tecnomaq, Ivan Balbinot, tem ainda um grande obstáculo a ser superado: a ausência de mão de obra qualificada, no Nordeste, para atuar nesse segmento. "No nosso caso, isso é o que parece ser o maior empecilho". Conforme Balbinot, as vendas de máquinas para o Nordeste correspondem a cerca de 10% das comercializações da empresa, enquanto outros 15% a 20% são exportados e o restante é vendido às regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste. "No Sul, nós temos escolas especializadas que formam mão de obra já voltada para esse setor. Isso é fundamental, porque é uma produção bastante específica", corrobora Steigleder.
Sem suporte
Para os produtores de calçados, a ausência desse tipo de suporte chega, em alguns casos, a se tornar um entrave significativo. Segundo o gerente comercial da marca Bê e Bí, que produz calçados infantis em Campina Grande, Assis dos Santos, a perda de negócios é um dos reflexos do fato. Ele conta que, devido à demora para receber um equipamento que comprara de uma empresa da região Sul, teve de atrasar a inauguração de uma nova unidade da empresa, localizada em Serra Redonda, na Paraíba. "Foi uma batalha. Esperei três meses pela máquina", diz. 
Para o empresário Hélio Rodrigues, da Ramagem Couros, que possui uma fábrica em Juazeiro do Norte (CE), por conta dos representantes que as fabricantes das máquinas possuem no Nordeste, o processo de compra é mais simples, embora ainda oneroso. O principal reflexo da instalação de uma fabricante na região, afirma, seria a redução dos custos de produção e dos itens à venda.

Segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados, dos 890 milhões de pares produzidos no País em 2010, cerca de 400 milhões foram fabricados no Nordeste, onde se concentram 627 das 8,2 mil empresas do setor no Brasil.
JOÃO MOURA 
REPÓRTER 
O jornalista viajou a convite do Sebrae da Paraíba

domingo, 3 de junho de 2012

Crise deve fazer País perder R$ 35 bi em investimentos


Empresas vão deixar de investir R$ 7,6 bilhões na expansão da produção em 2012

Publicado em 03/06/2012, às 10h13

Da Agência Estado

O Brasil não vai poder contar com o entusiasmo das empresas para estimular a economia. Depois de crescimento de apenas 0,2% do Produto Interno Bruto no primeiro trimestre do ano, em grande parte por causa da queda dos investimentos, um mapeamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aponta que as empresas vão investir R$ 35 bilhões a menos em quatro anos, uma retração que preocupa o governo.

Segundo os dados do BNDES, o País deve ter R$ 579 bilhões em investimentos em oito setores industriais entre 2012 e 2015 - valor 6% menor que os R$ 614 bilhões estimados no ano passado para o período 2011-2014. "Não dá para negar que fomos afetados pela crise mundial. Mas o Brasil ainda é um dos países onde há mais oportunidades", diz Fernando Puga, chefe do departamento de acompanhamento econômico do BNDES.

Outra pesquisa feita pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), com 1.202 empresas, aponta na mesma direção. O levantamento mostra que o volume de investimentos em máquinas e equipamentos será 11% menor este ano que em 2011, quando foram aplicados R$ 97,28 bilhões. As empresas vão deixar de investir R$ 7,6 bilhões na expansão da produção em 2012.

"Uma parte da indústria está ociosa por falta de demanda no mercado externo. Outra parte não consegue competir com os importados. Se você vende menos no mercado interno e a exportação cai, por que vai investir?", questiona José Ricardo Roriz Coelho, diretor do departamento de competitividade e tecnologia da Fiesp. Dos 14 setores pesquisados pela Fiesp, 11 vão reduzir os investimentos em 2012.

Vários fatores contribuem para o desânimo. No front externo, aumenta a expectativa sobre a saída da Grécia da zona do euro e a China desacelera mais forte que o previsto, derrubando os preços das commodities. No front interno, o crescimento baixo do PIB no trimestre também afeta o humor. "A indústria está estagnada, o que elevou a ociosidade e inibiu os investimentos", diz Júlio Sérgio Gomes de Almeida, consultor do Instituto de Estudos sobre o Desenvolvimento Industrial (Iedi).

Os especialistas estão mais receosos com o impacto da crise nos investimentos hoje do que quando a crise começou, em 2008. Naquela época, não houve cancelamento de projetos, porque a economia local se recuperou rápido e ainda havia esperanças que os países ricos fossem mais ágeis para sair da crise.


sexta-feira, 1 de junho de 2012

Indústria de transformação impulsionou economia brasileira no primeiro trimestre


crescimento de 1,9% da indústria de transformação foi o principal responsável pela alta de 0,2% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro no primeiro trimestre deste ano, em relação ao trimestre anterior. Os dados foram divulgados hoje (1º) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O setor industrial como um todo foi o principal segmento da economia no período, com crescimento de 1,7%, o melhor resultado desde o primeiro trimestre de 2010, quando havia registrado alta de 2,6%.
Outros setores que contribuíram positivamente para o PIB foram administração, saúde e educação pública (1,8%), produção e distribuição de eletricidade, gás e água (1,5%), construção civil (1,5%) e comércio (1,3%).
Já os setores que mais puxaram o PIB para baixo foram a agropecuária (-7,3%), intermediação financeira (-0,8%) e extrativa mineral (-0,5%).
Apesar de a indústria de transformação ter registrado um bom desempenho na comparação do primeiro trimestre deste ano ante o último de 2011, na comparação com os primeiros três meses do ano passado, o segmento teve um dos piores resultados da economia, com uma queda de 2,6%.
O resultado negativo foi influenciado pelo desempenho das indústrias automotiva, de máquinas e equipamentos, da metalurgia, de máquinas e materiais elétricos e de artigos de vestuário. Nesse tipo de comparação, a indústria como um todo teve crescimento de apenas 0,1%.
* Fonte: Agência Brasil.