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quarta-feira, 12 de setembro de 2012

E-commerce: 4 características indispensáveis aos empreendedores virtuais


No e-commerce, não adianta apenas ter uma loja virtual ativa, é preciso trabalhar criatividade, inovação, "feeling" e iniciativas nas diversas ferramentas disponíveis para o crescimento da loja

Com o constante crescimento do e-commerce, é muito comum a entrada de novos empreendedores no mercado virtual brasileiro. Dessa forma, é necessário identificar as características empreendedoras que influenciam no sucesso de uma empresa na web.
Por exemplo, no e-commerce, não adianta apenas ter uma loja virtual ativa, é preciso trabalhar criatividade, inovação, "feeling" e iniciativas nas diversas ferramentas disponíveis para o crescimento da loja. Sendo assim, vejamos a fundo algumas características indispensáveis aos empreendedores virtuais:
1. Foco e disciplina. Para ser bem sucedido é preciso saber onde se deseja chegar; isso é o foco. A disciplina entra, juntamente, no caminho entre o start e a linha de chegada. Nesse sentido, destacamos a necessidade de constante planejamento, traçado de metas e objetivos, sempre visando o crescimento da empresa;
2. Ação constante. Não fique esperando as coisas acontecerem. Não espere o consumidor simplesmente "achar" sua loja e entrar: atrai-o até seu negócio, chame a atenção dele, ofereça-lhe as melhores condições, o melhor atendimento, os melhores produtos, enfim, os melhores motivos para ser cliente;
3. Aproveitamento e criação de oportunidades. Quando as oportunidades aparecerem, analise-as e, se interessantes, abrace-as. Contudo, crie suas próprias oportunidades. Em relação ao negócio, crie motivos e circunstâncias para seu consumidor interagir mais, consumir mais; para isso, faça uso das mídias sociais, de promoções, de ofertas, etc;
4. Aprendizado e evolução com os erros. Erros são comuns sim, principalmente, no início do empreendimento. Dessa forma, fique sempre atento para não cometer gafes, seja com logística, atendimento ou mesmo com as mídias sociais. Procure e analise falhas divulgadas na web, aprenda com erros alheios. No entanto, caso sua loja cometa alguma gafe, corrija-a (não passe, simplesmente, por cima), aprenda e evolua, sempre.
O sucesso de uma empresa, independente de seus recursos, está diretamente ligado à mente empreendedora. Sendo assim, tais características devem sempre ser cultivadas para que a loja virtual se mantenha em constante expansão. Boas vendas! 
Felipe Martins - fundador e presidente da empresa DOTSTORE, especializada em criação e assessoria em Loja Virtual. 

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Mais de 23% dos trabalhadores informais têm ensino Superior, diz FGV


O estudo traça o perfil dos trabalhadores informais no Brasil e quais setores possuem maiores taxas de informalidade

Um estudo realizado pela FGV (Fundação Getulio Vargas) em parceria com o IBRE (Instituto Brasileiro de Economia) revela que, em 2009, mais de 23% dos profissionais que possuem ensino Superior ou grau maior de estudos atuam na informalidade.
A maioria dos trabalhadores informais (que não possuem carteira de trabalho) ainda é a parcela de menor escolaridade, em média, de zero a três anos de estudos, representando 59,1% do total. Próximos a esses trabalhadores aparecem os profissionais com escolaridade entre quatro e sete anos, com quase 49%, seguidos pelos trabalhadores que possuem até dez anos de ensino, 37,7%, e pelos que têm ensino Médio completo.

Setor

A pesquisa também levantou os números de informalidade por setor. Nesse quesito, a Indústria Extrativa Mineral se destaca, com mais de 64% de trabalhadores informais. O estudo aponta que a taxa elevada neste setor pode estar associada ao trabalho familiar de pequenas propriedades.
A lista segue com Serviços de Administração Pública, com 59,7%, outros serviços, com 47,1%, Indústria da Construção, com 44,6% e Serviços de Alojamento e Alimentação, com 37,5%.
“Setores intensivos em mão de obra se mostram como aqueles com maior taxa de informalidade como pode ser visto com base na informalidade elevada dos setores de serviços”, consta no estudo.

Informalidade em queda

De 2002 a 2009, a taxa de informalidade caiu em 6,2% e o desemprego 0,8%. Segundo dados da PME (Pesquisa Mensal de Emprego), houve uma queda ainda mais significativa entre 2009 e 2011, atingindo 14,6% de diminuição.
Além das iniciativas do governo, um dos motivos para esse resultado é a redução na participação de jovens no mercado de trabalho, visto que tal grupo apresenta alta informalidade. A baixa registrada também significa que os jovens brasileiros estão se dedicando aos diferentes níveis de estudos.
“A manutenção dos jovens nas escolas por mais tempo melhora a inserção destes no mercado de trabalho com taxas de desemprego menores e reduz a chance destes serem trabalhadores sem carteira”.

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Veja 4 razões para não desistir da empresa quando ela está em crise


Em clima pesado para o Facebook, Mark Zuckerberg e sua equipe continuam com a moral alta. Confira as máximas antes de deixar ou não este barco

Há cerca de seis meses atrás, trabalhar no Facebook daria inveja a todos os profissionais da área de criação, negócios e tecnologia. Mas, desde que as ações da empresa caíram drasticamente, muitos deles desistiram de tal sonho de carreira.
Por mais que o clima não esteja dos melhores, a moral dos profissionais do Facebook parece continuar alta. Até mesmo o CEO da empresa, Mark Zuckerberg, reconheceu em reunião com equipe que assistir as ações caírem pode ser “doloroso”, segundo o site Careerbliss.
Em situação como essa, quando uma empresa está em crise, nem sempre a melhor saída é deixar o barco. Para o diretor da DePauw University, Steve Langerud, quando há informação sobre instabilidade financeira de sua empresa, a notícia se espalha rápido, com informações que podem ou não ser verdadeiras.

Você está preparado?

Assim, antes de tomar qualquer decisão, o site Careerbliss elaborou quatro pensamentos que você deve considerar antes de seguir com seus planos:
1. Você está nele por um motivo, qual é? "Nós não construimos serviços para ganhar dinheiro", escreveu Zuckerberg no prospecto do IPO do Facebook. "Nós ganhamos dinheiro para construir melhores serviços. As pessoas querem usar os serviços de empresas que acreditam em algo além de simplesmente maximizar os lucros”.
O que te leva a trabalhar naquela empresa? Apenas dinheiro ou tem algo a mais? Esse “algo a mais” vale a pena apostar? Se você trabalha em uma instituição que realmente muda algo em você, te faz viver melhor, você pode suportar futuras dificuldades financeiras da empresa. Ser otimista e acreditar que a empresa sairá desta crise também é importante.
O Wall Street Journal informou recentemente que alguns dos profissionais do Facebook são positivos em relação às perdas, porque acreditam sinceramente na empresa. "Eu terei uma perda de curto prazo", diz o empregado, de acordo com a notícia.
2. Ainda há esperança: se nem tudo está perdido, não há razão para se desesperar prematuramente. "Todas as empresas, em um momento ou outro, poderá estar em perigo. E a maioria delas sobrevive", ressalta um escrito de Guia Profissional do The Wall Street, Roy Cohen. Ele diz que se há problemas a curto prazo, uma dificuldade passageira como a perda de clientes ou pouco faturamente pode ser desculpa para deixar a empresa.
O que é preciso fazer nessas horas é pesquisa e estar bem informado. Por mais que não te digam nada, sentir o clima da empresa e a preocupação dos empresários e gestores é uma alternativa.
3. Questão de confiança: Você confia em seus chefes, colegas de trabalho e acionistas? Após observar o que acontece na sua empresa e se certificar de que há algo por trás de tanta ansiedade e nervosismo, se perguntar se você confia no desempenho da sua empresa é fundamental para insistir ou deixar a causa.
Por fim, uma questão importante para determinar o seu destino: "Você consegue se ver como parte da equipe que irá vencer essa dificuldade?" Se a resposta for não, é hora de repaginar seu currículo.
4. Situações desafiadoras, novos caminhos: "grandes riscos trazem grandes recompensas", diz Langerud. Além disso, se você apostar neste barco e ele não afundar, mostrará aos seus superiores que você é um profissional determinado, leal e persistente.
Também, nessas crises há mudanças de cargos da diretoria e novas oportunidades podem se abrir para você.
Acima de tudo, pensar na sua carreira e montar um plano para o futuro irá ajudar a avaliar se essa empresa trará mais benefícios do que outras oportunidade. "Os profissionais devem gerir a sua própria carreira, em vez de acreditarem que a organização vai fazer isso por eles", diz McMillan. Vale lembrar que nenhuma das razões acima deve impedí-lo de estar preparado para uma saída estratégica, caso você decidir que é hora de saltar para outros rumos.

terça-feira, 5 de junho de 2012

Como suportar as emoções do outro e ainda ser promovido

Entenda os desafios do compliance officer

O compliance officer é a pessoa que, dentre outras atribuições, é responsável pela conformidade dos dados de uma empresa, tendo, portanto, acesso a todas as informações. Por isso, também lida com vaidades humanas, dinâmicas mafiosas, pretensos líderes e ameaças veladas. Além de toda a competência técnica, acadêmica, dedicação e comprometimento, é fundamental que esse profissional tenha um alto índice de inteligência emocional. É um modo de se preservar e ser bem-sucedido na política organizacional.

Como forma de garantir a independência funcional, não é recomendável que o compliance officer esteja ligado funcionalmente a qualquer área de negócios, devendo reportar-se ao mais alto escalão da instituição. Algumas vivências mais traumáticas, como potenciais intimidações veladas, reforçam a importância de sua independência. Infelizmente, alguns desses profissionais acabam vivenciando essa dinâmica mafiosa.

Passei a me interessar mais por esse tema quando me deparei com um executivo que, na falta de argumentos inteligentes para a sequência de um saudável debate, finalizou abruptamente a discussão com a seguinte frase: "Quem manda aqui sou eu". Relacionar-se bem no coletivo e conseguir transitar com maestria por diferentes tribos é um extraordinário talento. Adotar a perspectiva e lidar com as emoções do outro, controlando os seus próprios impulsos, suportando as dificuldades e canalizando produtivamente as suas emoções, exige autocontrole. Obviamente, porém, acima de tudo, é necessária uma autoconsciência emocional, conceito bem mais abrangente.

Daniel Goleman, em seu livro "Inteligência Emocional", trata muito bem as habilidades em relacionamentos interpessoais, trabalho em equipe, solução de conflitos e todas as competências que permitirão ao Compliance Officer perceber e usar as emoções próprias e a dos outros e a reagir a elas adequadamente, o que lhe proporcionará mais chances de adaptação, sobrevivência e sucesso.

É interessante observar como as novas exigências do mercado, que acabam pautando nossa vida profissional, dão um valor sem precedentes à nossa inteligência emocional para o êxito no trabalho, e como as emoções descontroladas e nocivas põem em risco nossa saúde física e bem estar. Trata-se, na verdade, da velha discussão sobre o sucesso profissional em sintonia com a perfeita saúde, o que tem mais chances de acontecer no âmbito do desenvolvimento da inteligência emocional.

O estresse baixa os limites da nossa tolerância e autodisciplina e as experiências tensionantes desgastam o sistema nervoso. As pessoas que não conseguem exercer um autocontrole sobre as emoções acabam perdendo a racionalidade, e a decisão, que deveria ser governada pelo pensamento, acaba sendo dominada pelo sentimento, como esclarece Goleman. "A mente emocional é muito mais rápida do que a racional, saltando à ação sem se deter para pensar no que está fazendo. Sua rapidez exclui a reflexão deliberada e analítica, característica da mente pensante." E destaca: "Estar no controle de nossas paixões tem vantagens sociais e cria um discurso mais produtivo e menos sujeito a arrependimentos." Se nosso poder de discernimento torna-se inoperante, não conseguimos a serenidade mental que nos propicia concentração no trabalho e clareza nos pensamentos.

A capacidade de controlar os impulsos é uma questão de autodisciplina, assim como o poder de se motivar mesmo em meio a frustrações, adiando a satisfação e buscando uma vida mais virtuosa. Autocontrole, persistência e automotivação, todos ao mesmo tempo. Pode parecer um pouco distante da realidade de muitos, porém de que servem os obstáculos se não para nos ajudar a sair de nossas perspectivas limitadas? A mente flexível e treinada consegue trabalhar bem o equilíbrio das relações humanas, o que já é um passo para um novo modelo de sucesso, que vai além da excelência acadêmica.

Ana Paula P. Candeloro – é presidente do Instituto Yiesia, de Governança Corporativa e Compliance, professora do INSPER, membro do IBGC e coautora do livro "Compliance 360º", publicado pela Trevisan Editora. anapaula.candeloro@yiesia.com.br 


segunda-feira, 28 de maio de 2012

4 dicas para se tornar um empreendedor de sucesso

Segundo especialista, um ponto extremamente importante no início é refletir profundamente sobre a decisão de empreender

Muitas pessoas sonham em ter o seu próprio negócio e serem bem-sucedidas. No entanto, muitas vezes bem a dúvida: o que realmente faz com que um empresário alcance o sucesso em seu empreendimento?
De acordo com o consultor empresarial José Carlos Ignácio, diretor da JCI Acquisition, um ponto extremamente importante no início é refletir profundamente sobre a decisão de empreender.

"Razões como falta de sucesso na carreira executiva, desejo de não ter patrão, comodismo em suceder o pai, falta de vontade para estudar ou qualquer outro motivo semelhante, de caráter negativo e limitante, não deveria ser motivo para ser empresário", afirmou o especialista.
"Ter a sua própria empresa significa ser ambicioso para correr riscos e ambicionar resultados muito acima da média. Significa também optar por um estilo de vida de dedicação e preocupações permanentes e, principalmente, de gostar do jogo, de vibrar com o dia a dia de decisões e revisões continuas", completou Ignácio.
Segundo o especialista, um ponto extremamente importante no início é refletir profundamente sobre a decisão de empreender (Imagem: Thinkstock)

Perfil e vocação
Por tudo isso, não se encaixa neste perfil quem procura situações de acomodação para não ter de enfrentar problemas pessoais, assumindo como definitivas limitações que poderiam ser apenas passageiras.

"É necessário ter vocação. Além de pensar grande, sempre, o futuro empresário deve ter em mente a necessidade de ter disciplina e persistência. Planejamento e foco também são importantes, mas do que valem ambos sem a virtude maior e indispensável de seguir à risca o caminho traçado, de não ceder às tentações da dispersão e da desistência?", questiona Ignácio.

Confira mais dicas do especialista:

- Capitalize o que já conhece: Não se iluda com eventuais ramos promissores na hora de montar um negócio, seja através de franquia ou sociedade. Nada é mais correto empresarialmente do que capitalizar conhecimento e relacionamentos já possuídos. Não abra mão desse patrimônio pessoal precioso! Com relação aos desejos comuns de mudança de área, vale ressaltar que grande parte disso, normalmente, advém da frustração da posição atual de empregado;

- Lidere com excelência: O ativo mais importante da empresa é o seu capital humano. Para conseguir selecionar, formar e manter um quadro de colaboradores capazes de fazer diferença, o empresário deve ser um líder capaz de influenciar e motivar profissionais cada vez mais especializados e exigentes. Deve fazer seus empregados acreditarem que vale realmente a pena seguir o líder e dedicar-se de corpo e alma a organização, pois o sucesso da empresa garantirá o sucesso pessoal;

- Delegue para crescer: É impossível gerir a empresa da mesma forma a medida que o crescimento acontece. É necessário dividir responsabilidades e poder de forma a garantir a qualidade e agilidade das decisões e do processamento das operações, sem deixar se limitar por inseguranças pessoais ou massagens no ego que forcem, indevidamente, a centralização da gestão;

- Divida o que ganhar para ganhar mais: Remunerações fixa e variável atrativas, programas de participação nos lucros, opção de compra de cotas ou ações e apoio ao treinamento são algumas das formas de dividir os ganhos obtidos, normalmente com retornos maiores ainda.

Fonte:http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/4-dicas-para-se-tornar-um-empreendedor-de-sucesso/55456/