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sexta-feira, 1 de junho de 2012

80% dos usuários de computador temem que suas informações sejam roubadas, afirma estudo


Segundo a Avira, apenas 14% se manifestaram seguros nas redes sociais

A Avira, empresa especialista em segurança digital, realizou uma pesquisa com usuários de computadores em todo o mundo, que constatou que 80% deles temem que suas informações pessoais sejam roubadas ou indevidamente utilizadas quando estão navegando em sites de mídia social como, Facebook, Google Plus e Twitter. A sondagem revelou que 44% dos entrevistados estão mais preocupados sobre o Facebook e Google+, enquanto que para outros 40% a preocupação é com todos os demais sites de mídia social.
O questionamento foi direcionado aos mais de 100 milhões de clientes da Avira em todo o mundo e os resultados são baseados em 2.710 respondentes, com uma margem de erro de + / - 1,88 por cento.
Para a pergunta "Qual dos seguintes sites de mídia social o preocupa mais em relação à segurança de suas informações pessoais?", o resultado foi o seguinte:
A) 25% - Facebook
B) 19% - Google+
C) 2% - Twitter
D) 40% - Todos os itens acima – "Eu não me sinto seguro quando estou navegando em um site de mídia social";
E) 14% - Nenhuma das opções acima – "Eu me sinto seguro on-line usando sites de mídia social".

"Esta pesquisa é muito interessante porque demonstra que, apesar de sites de mídia social serem muito populares, os usuários de computador de todo o mundo têm as mesmas preocupações", disse Sorin Mustaca, especialista em segurança de dados da Avira, que é representada no Brasil pela Nodes Tecnologia. 

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Neymar é considerado o atleta com maior potencial de marketing do mundo em ranking

Levantamento da revista inglesa SportsPro indica que o jogador brasileiro substituiu o jamaicano Usain Bolt, que ocupava o primeiro lugar na listagem de 2011

O jogador Neymar lidera o ranking dos atletas com maior potencial de Marketing do mundo. Segundo o levantamento realizado pela revista inglesa SportsPro, especializada em negócios do esporte, o atacante está à frente do norte-irlandês Rory Mcllroy, líder do ranking mundial de golfe, e o argentino Lionel Messi, eleito melhor jogador do planeta pela Fifa nos últimos três anos.
 
O velocista jamaicano Usain Bolt, que ocupava o primeiro lugar no ranking de 2011, passou este ano para a quarta posição.Atualmente, Neymar tem contrato de patrocínio com 11 empresas: Ambev (Guaraná Antarctica), Banco Santander, Claro, Heliar, Lupo, Nike, Panasonic, Red Bull, Tenys Pé Baruel, Unilever e Volkswagen. Aparecem ainda na lista Cristiano Ronaldo (futebol, Portugal), Blake Griffin (basquete, Estados Unidos), Novak Djokovic (tênis, Sérvia), Sebastian Vettel (automobilismo, Alemanha), Tim Tebow (futebol americano, Estados Unidos) e Yani Tseng (golfe, China).



Levantamento da revista inglesa SportsPro indica que o jogador brasileiro substituiu o jamaicano Usain Bolt, que ocupava o primeiro lugar na listagem de 2011 (Imagem: divulgação)

sábado, 17 de março de 2012

Supermercados ganham espaço como canal de veiculação de campanhas de marcas e produtos


Cada vez mais clientes da AzDirect, empresa especializada em mídia direta, investem em ações nestes estabelecimentos, que permitem atingir um público amplo e variado.

Quem não vai a um supermercado ao menos uma vez por semana? Das famílias que aproveitam para fazer suas compras no final de semana a quem passa rapidamente para comprar algo para o jantar no final do expediente, o supermercado é um dos lugares mais frequentados por pessoas de diferentes sexos, idades e classes sociais. Levar sua mensagem diretamente para este público é uma oportunidade que tem atraído um número crescente de clientes da AzDirect, empresa especializada em soluções de mídia direta para aproximar as empresas do dia-a-dia das pessoas.
Desde o início do ano passado, a empresa realizou mais de 10 campanhas para cinco clientes diferentes – Claro, CTBC, Kimberly-Clark, Construtora PDG e Grupo Educacional Uninter - envolvendo supermercados em diversas cidades do Paraná, Santa Catarina e Minas Gerais e usando diferentes mídias, como adesivos no check-out dos caixas, plaquinhas nos carrinhos de compra e sacos de pão.
“Hoje o Supermercado é um dos canais mais procurados pelos clientes da AzDirect, principalmente pelas empresas que não comercializam nenhum produto neste canal, mas querem conversar com o público ali presente. Existem lojas que recebem mais de 40 mil pessoas em um mês, o que aumenta muito o número de impactos e as possibilidades de retorno da campanha”, ressalta Wagner Rover, diretor da AzDirect.
Um exemplo do sucesso de campanhas nos supermercados é o da operadora Claro, que realizou suas primeiras ações neste canal há um ano e desde então o adotou como um dos principais veículos de mídia direta. Ao todo, foram cinco campanhas que inauguraram novos canais de venda de chips e recargas e divulgaram promoções como “Fala mais Brasil – R$ 0,25 por Chamada”, “Na Claro você fala sem parar”, “0,21 centavos por chamada para Claro de todo o Brasil” em supermercados de Curitiba e diversas cidades do interior e litoral do Paraná, em Florianópolis e outras cidades catarinenses. As mídias utilizadas foram sacos de pão personalizados e adesivos nos check-outs.
A ação mais recente foi uma campanha da Algar Telecom – CTBC para divulgação da entrada da CTBC em 19 municípios do interior mineiro que fazem parte da nova área de concessão da operadora, que envolveu supermercados e panificadoras, usando como mídia sacos de pão personalizados.
Além das operadoras de telefonia, empresas de outros setores também já descobriram a vantagem do canal supermercado. É o caso do Grupo Educacional Uninter, que já realizou três ações e acaba de iniciar a quarta, divulgando seus cursos profissionalizantes em supermercados de Curitiba. “Com as ações realizadas pela AzDirect na capital e no litoral paranaense, combinadas com a mídia tradicional, conseguimos mensurar com mais precisão nossos resultados”, afirma Érica Ruiz, diretora de marketing do Grupo Uninter. De acordo com ela, o canal de supermercados permite impactar o público alvo de forma diferenciada.
A AzDirect conta atualmente com oito redes de supermercados parceiras, que somam mais de 100 lojas em cerca de 30 cidades nos Estados do Paraná e Santa Catarina. Outros pontos de venda são selecionados para campanhas pontuais. Em fase de expansão, a empresa, com sede em Curitiba, está ampliando sua rede de canais parceiros em outras praças, com a inauguração de escritórios regionais - recentemente foram abertos os escritórios em Florianópolis, Uberlândia e São Paulo.
“A tendência é que o canal supermercado cresça cada vez mais, por permitir uma segmentação de bairro e até mesmo de classe social, através do ticket médio de cada loja, o que qualifica o investimento dos anunciantes”, conclui Rover, da AzDirect.
Para saber mais sobre a AzDirect, sua rede de parceiros e campanhas, visite o site www.azdirect.com.br. A empresa também está no Facebook e pode ser seguida no Twitter.
Perfil da AzDirect – Fundada em junho de 2010, a AzDirect é uma empresa especializada em Mídia Direta, que propõe um novo conceito para divulgação de marcas e produtos diretamente ao público-alvo, com diferentes soluções que aproximam grandes empresas do dia a dia das pessoas. A AzDirect oferece um mix de produtos exclusivos e inovadores que geram resultados expressivos nas estratégias de comunicação para empresas de diferentes setores, por meio do desenvolvimento de novas mídias e também do aperfeiçoamento de mídias já existentes – saco de pão, caixas de pizza, folder sinopse, saco de pipoca, cinta de DVD, tag para encaixar no espelho retrovisor, e outros. AzDirect conta com mais de 1.000 estabelecimentos parceiros em várias regiões do país, incluindo panificadoras, pizzarias, cinemas, videolocadoras, estacionamentos e lojas de conveniência.[www.azdirect.com.br].

Fonte: http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=195973

sábado, 10 de setembro de 2011

Mulheres da classe C dão mais valor a marcas, diz pesquisa


Segundo a pesquisa "As poderosas da nova classe média brasileira", realizada pelo instituto Data Popular em parceria com a Abril Mídia, as mulheres da classe C dão mais valor a roupas de marcas do que os homens da mesma classe, são 60,2% contra 56,8%. As entrevistadas da considerada a nova classe média brasileira, 38,9% afirmaram que compram roupas a cada três meses. Enquanto 22,7% responderam que comprar uma vez por mês ou mais.
A inspiração feminina da hora das compras, segundo o estudo, vem do mundo dos famosos, pois 80,3% das mulheres da classe C se baseiam nos modelos usados em novelas e passarelas. Na classe DE esse dado cai pra 76,1% e na classe AB, mais um pouco, 74,9%.
A roupa também é item fundamental para as representantes da classe C na busca por um emprego. Isso é o que pensam 76,6% das entrevistas, contra 71,1% da classe AB. Atualmente, comparado à meia década, elas dão 45,8% mais importância às marcas de produtos de beleza. Enquanto 39,5% afirmaram dar a mesma importância. Na hora dacompra, 80,7% priorizam mais a qualidade e depois o preço.

sábado, 13 de agosto de 2011

Como praticar o networking no dia-a-dia


Networking não é um acontecimento, é um processo. Muita gente só pensa na sua rede de contatos quando precisa desesperadamente: uma meta de vendas para cumprir ou a necessidade de um novo emprego. Infelizmente, ocorre na maioria dos casos. A pessoa torna-se impertinente, irrelevante e, ainda por cima, pedinte. O verdadeiro networking ocorre justamente pela via contrária, pela via do oferecimento de ajuda, tempo, disponibilidade e proximidade. É praticar o velho lema "ajude para ser ajudado".


Esse é o desafio do networker. Não dá para ajudarmos todos nossos contatos e nem tomarmos café com todo mundo todo mês, então, precisamos encontrar fórmulas que viabilizem essa prática. Primeiro, é preciso compreender que nossos contatos não são iguais. Aliás, há uma escala de proximidade que deve estar clara: rede de contatos, rede de conhecidos e rede de amigos. Com os contatos tivemos exatamente isso: um contato. Nada mais. É o que acontece quando trocamos cartões num evento ou quando alguém entra em contato conosco via e-mail. Já conhecidos são pessoas mais próximas - não só temos seu contato, mas também as conhecemos e somos reconhecidos por elas. É um grupo bem menor. E, claro, temos amigos, além de familiares e parentes. Claro que vamos sempre priorizar os mais próximos no nosso dia-a-dia. Ligamos, enviamos e-mails e, naturalmente, damos mais atenção e ajuda para eles. Somos networkers com amigos pois é a essência do relacionamento humano.

O ponto que precisa de mobilização e cuidado são as redes de contatos e conhecidos. Não dá para manter relações com todos como mantemos com os amigos. Até porque um bom networker consegue chegar no que chamo escala dos cinco (50 amigos, 500 conhecidos e 5000 contatos). Então, a questão é como praticar networking com as redes de conhecidos e, principalmente, com as de contatos. É preciso utilizar um pouco da base do conceito de marketing de relacionamento praticado pelas organizações. Elas estabelecem esse follow-up em massa por meio de ações de comunicação e atividades presenciais segmentadas. Por esse caminho e, sempre fornecendo algo relevante e interessante, é possível nos mantermos ativos com nossos contatos e conhecidos.

A internet tem ajudado muito nesse follow-up. Claro, é preciso praticar com inteligência. Volta e meia eu recebo contatos de pessoas que simplesmente perguntam: E aí? Tudo bem, como vão as coisas? E só. Ou pior, "oi, tudo bem, indica o meu CV para seus amigos?" (?!). O fenômeno dos blogs tem demonstrado um bom caminho. Muitos profissionais, ao criarem e manterem blogs relevantes, bem posicionados, encontram um bom motivo para, por meio de uma prestação de serviços, manterem-se ativos e gerando conhecimento para seus contatos e conhecidos. É preciso compreender que a prática do networking exige preparação e manutenção de serviços, seja por meio de um blog, seja promovendo encontros temáticos, seja, simplesmente, atuando como conector entre as pessoas - levando indicações e ajudando as pessoas, para não só pedir, mas também ajudar.

As redes sociais na internet (orkut, plaxo, linkedin) ajudam a manter os dados dos contatos e conhecidos atualizados. Nesse sentido, é uma boa ferramenta, mas, como disse, isso resolve parte do trabalho. Não adianta ter os dados limpos e atualizados se não há uma mobilização disposta a servir aos contatos e conhecidos.

Rede do Bem

Ser relevante é fundamental para manter a permissão ativa e só conseguimos isso quando prestamos serviços para nossos contatos. Só para exemplificar, eu tenho vários grupos de contatos, mas, nos últimos anos, um grupo foi ganhando forma e representatividade: meus alunos. Como leciono há 11 anos e aplico cursos abertos e in company há muito tempo também, fui formando muitos alunos. Exatos 3.409 alunos que crescem a cada nova turma ou curso que aplico. É uma massa crítica, atuante no mercado, em posição de média gerência para alta, e muitos com poder de contração e seleção em suas empresas. Todos, praticamente, preocupados com sua carreira e seu crescimento profissional.

Com meus alunos formei o que chamamos de Rede do Bem. Uma rede colaborativa e fechada (só entra na lista quem é aluno) de trocas de vagas de emprego, em que os alunos que contratam priorizam e valorizam os colegas alunos nos processos de seleção. É uma fórmula simples, baseada no envio de boletins via e-mail a cada 15 dias. De 2006, quando a rede foi criada, para cá, foram distribuídas entre os alunos 1.272 vagas de emprego! Ou seja, a cada quinzena eles recebem um comunicado com uma média de 20 vagas de emprego ofertadas pelos próprios alunos para os alunos. Por meio da Rede do Bem, consigo manter contato relevante e pertinente com eles de uma forma que não conseguiria se não buscasse prestar um serviço interessante e válido.

Por isso tudo que praticar networking dá muito trabalho. E a prática correta é totalmente inversa à percepção que algumas pessoas têm: não se faz networking explorando seus contatos para pedir coisas. Networking se faz ajudando, fornecendo, informando e prestando serviços. Mobilizando-se para as pessoas, conseguindo se manter interessante e não interesseiro. O networker é como um líder: trabalha para servir seus contatos e consegue com eles mais envolvimento, comprometimento e colaboração.
 
Autor: Marcelo Miyashita
Fonte: http://www.consultores.com.br/artigos.asp?cod_artigo=846
 

domingo, 7 de agosto de 2011

Mídia digital out of home conquista consumidores no varejo


Segundo pesquisa realizada com 1.312 consumidores nas redes Walmart, BIG e Bompreço, cerca de 70% dos entrevistados afirmam que as TVs apresentam conteúdo útil sobre os produtos que estão a venda nas lojas.
A mídia digital out of home, que registra um crescimento de 17% com a venda de espaços publicitário no primeiro bimestre deste ano, segundo o Projeto Intermeios, também tem conquistado a opinião dos consumidores. 
Segundo pesquisa promovida pela SubWay Link, uma das maiores empresas de MDOOH da América Latina, de autoria  da Ipsos Marplan MediaCT, com consumidores das redes Walmart, BIG e Bompreço, 69% afirma que as TVs apresentam conteúdo útil sobre os produtos que estão a venda nas lojas. 70% concorda que está mais agradável o tempo de espera na fila do caixa com a presença das mídias nos caixas, 67% conta que agora ficou mais gostoso fazer compras e mais de 60% foram impactados pela mídia durante o período na loja. 

O estudo entrevistou 1.312 consumidores entre homens e mulheres, das classes sociais A, B e C que compram regularmente em lojas das redes localizadas na capital paulista, em Recife e em Porto Alegre. Todas as lojas contam com televisores e conteúdo produzido pela SubWay Link. Segundo o diretor geral da companhia, Arnold Correia, os números expressivos obtidos com o estudo comprovam a eficiência dessa mídia no engajamento e entretenimento da audiência. “Com criatividade e conteúdo de relevância, as mídias digitais Out Of Home têm se consolidado no varejo, uma vez que possuem grande apelo junto aos consumidores no momento da compra, um dos grandes diferenciais da mídia tradicional”, afirma.

A pesquisa também focou na análise do recall dos produtos anunciados nessas mídias. Dos entrevistados, 30% afirmou ter visto ao menos uma propaganda nos televisores. Dentro desse universo, mais da metade (53,9%) das marcas lembradas se referiam a produtos anunciados por três meses consecutivos, enquanto o recall das marcas veiculadas por um mês foi de 34,3%. Para Correia, isso evidencia também que o retorno gerado pela mídia é maior com um investimento a longo prazo. 

Resultados da pesquisa
Recall da mídia nas lojas – 69% dos consumidores lembram, espontaneamente, de terem visto TVs nos corredores e seções das lojas.
Recall de propaganda – 30% lembra ter visto algum tipo de propaganda nas TVs
Recall de marca estimulado – 53,9% lembra de ao menos uma marca anunciada por 3 meses consecutivos
Performance da mídia -
27,8% intenção de compra positiva por produtos que foram anunciados uma vez
47,8% intenção de compra positiva por produtos que foram veiculados 3 (três) vezes consecutivas.

Utilidade 
67% dos consumidores afirmam que as TVs tronaram as compras mais gostosas
69% afirmam que as TVs apresentam conteúdos úteis sobre produtos a venda nas lojas

Fonte para divulgação dos dados: 
Fonte Ipsos: Pesquisa customizada e exclusiva para Subway Link realizado nos meses de Setembro e Outubro de 2010, nas praças de São Paulo, Recife e Porto Alegre, redes Walmart, bompreço e BIG. Amostra: 1.312 entrevistas com shoppers de ambos os sexos, classes ABC.
Sobre a SubWay Link – A empresa possui mais de 14 mil telas instaladas em grandes redes varejistas, bancos, hospitais e aeroportos do país. Mensalmente o conjunto de veículos de comunicação operados pela Subway Link atingem mais de 55 milhões de espectadores. Um dos diferenciais da SubWay Link é o atendimento completo em toda a cadeia de fornecimento dos seus canais (instalação e configuração das telas, produção do conteúdo, transmissão, manutenção e venda de mídia). A empresa foi a primeira a oferecer solução completa no seu segmento.


sexta-feira, 29 de julho de 2011

Mídia discute gestão do conhecimento

A SBGC - Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento realiza encontros, reuniões, congressos e workshops, reúne profissionais de várias áreas a fim de estimular a gestão do conhecimento no País. Para auxiliar na divulgação dos eventos, a associaçã ... A SBGC - Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento realiza encontros, reuniões, congressos e workshops, reúne profissionais de várias áreas a fim de estimular a gestão do conhecimento no País. Para auxiliar na divulgação dos eventos, a associação utiliza os serviços da LINK Portal da Comunicação. Desde então, o tema tem sido mais discutido pela imprensa brasileira. Disseminar a importância da gestão do conhecimento para a competitividade das organizações nacionais não é uma atividade tão fácil assim. Foi a partir dos anos 90, com o fenômeno da globalização, o avanço tecnológico e a alta competitividade do mercado, que o fator “conhecimento” tornou-se um diferencial para as empresas públicas e privadas. Apesar disso, por sua complexa definição e por ser um assunto novo no Brasil, a GC – Gestão de Conhecimento ainda não alcançou a totalidade da opinião pública. Para tornar os especialistas da SBGC em fontes de informação na imprensa, difundindo temas ligados à GC, a entidade recorreu aos serviços da LINK Portal da Comunicação, atuante há mais de 10 anos no mercado de assessoria de imprensa para cuidar de imagem perante a mídia. “Acreditamos que, na medida em que colocamos o assunto em debate nos veículos de comunicação, a gestão do conhecimento passa a ser discutida também dentro das organizações brasileiras”, declara a diretora presidente Sônia Wada, da SBGC - Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento. “Nós fomos até o mercado, realizamos testes e avaliamos as assessorias especializadas em comunicação. Diante da nossa seleção, percebemos que a LINK Portal detinha um know-how amplo no seu ramo de atividade e a contratamos para nos assessorar”, revela Fernando Fukunaga, diretor de Marketing da SBGC, regional de São Paulo. Para Sônia Wada, toda a atividade realizada pela LINK Portal tem sido muito satisfatória. “Avalio a atuação de maneira bem positiva. Com a assessoria, nós conseguimos mais espaço na mídia”. A presidente da SGBG menciona que, com relação aos eventos que a entidade promove para estimular a Gestão do Conhecimento no Brasil, a assessoria está sendo fundamental para a divulgação dos encontros, reuniões, congressos e workshops que a entidade realiza. A gestão do conhecimento exerce papel fundamental no desenvolvimento da sociedade civil e privada, ampliando a inovação tecnológica e a competitividade. A SBGC foi criada com a missão de trazer as tendências internacionais para o compartilhamento de conceitos, métodos e técnicas em gestão do conhecimento ao Brasil. \"Temos procurado cumprir nosso papel de democratização do conhecimento e de estímulo do aprimoramento da excelência organizacional no País”, revela Sônia. A dirigente avalia que como a entidade realiza muitos eventos, houve a necessidade de contratarmos uma assessoria para melhor nos relacionarmos com a mídia. “A LINK foi a que mais se aproximou do perfil que nós desejávamos para uma assessoria”, avalia. Fukunaga acrescenta que o bom e imediato atendimento que a assessoria mantém com a imprensa é um traço bem característico desse profissionalismo. Ele menciona também o retorno de mídia gerou mais visibilidade à SBGC. “Hoje, nossa entidade está tendo uma repercussão que, antes, nós nunca tínhamos alcançado”, completa. O diretor de marketing ressalta que “a clareza dos conteúdos das matérias escritas pelos repórteres da LINK Portal trouxe uma melhora significativa na discussão do tema Gestão do Conhecimento na imprensa e aumentou a visibilidade da entidade nos meios midiáticos”. Siga-nos no http://twitter.com/@linkportal http://www.pautas.incorporativa.com.br/a-mostra-release.php?id=3326

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Defensores de marcas: por que sua empresa precisa deles


O universo das mídias sociais quebrou o poder autoritário e unilateral que muitas empresas imaginavam ter e criou uma realidade em que consumidores poderiam destruí-las – ou pelo menos abalar suas fundações – com mensagens de apenas 140 caracteres.

Nesse novo panorama surgiu a figura do brand advocate, ou defensor de marca, um usuário que tem entre seus passatempos favoritos falar sobre diferentes empresas. “Defensores de marcas são pessoas que habitualmente resenham produtos e compartilham suas opiniões com pessoas a sua volta”, define a pesquisa A Field Guide to Brand Advocates, realizada pela empresa de marketing BzzAgent e divulgada recentemente. Isso pode acontecer na vida real, como em uma conversa despretensiosa na hora do almoço, e ser potencializado nas mídias sociais.

Mas não se engane achando que esse defensor é apenas um sujeito que fala bem de sua marca. O diretor comercial da agência de marketing digital Media Factory, Gabriel Kenski, explica que essa pessoa também é aquela que reclama quando a empresa comete alguma derrapada. Ou seja: é também o defensor dos seus direitos e de tudo o que foi prometido por essa empresa. Mas Kenski afirma que é impossível rotular esse tipo de consumidor. “Existem pessoas mais ativas em mídias sociais que podem se destacar como defensores, mas pessoas de qualquer perfil podem se tornar um se a empresa as tratar corretamente”, diz.

O comportamento dos defensores

A pesquisa da BzzAgent, realizada com 695 defensores típicos de sua rede e 204 usuários da internet escolhidos aleatoriamente, e conduzida pela Dra. Kathleen R. Ferris-Costa, da Universidade de Long Island, descobriu um pouco mais sobre o comportamento desses defensores de marcas.

Eles escrevem duas vezes mais sobre marcas do que o usuário comum da web. Também passam adiante outras mensagens desse tipo duas a três vezes mais (83% deles estão mais inclinados a compartilhar informações sobre produtos com outras pessoas). E por que eles fazem isso? Porque querem ajudar os outros.

Ao criar e passar informações sobre essas empresas, eles querem resolver problemas e ajudar pessoas a tomar decisões melhores. E, no processo, querem ser reconhecidos por isso. “Vivemos em uma realidade em que as pessoas querem deixar suas marcas no mundo on-line”, afirma Kenski. Além disso, os defensores de marcas não veem essa atividade como uma imposição. Eles têm três vezes mais chances de achar que isso é uma forma de relaxar – quem precisa de uma boa massagem quando alguns tuites podem resolver o trabalho?

Para divulgar suas opiniões, esses defensores usam mídias sociais, pois reconhecem o poder dessas ferramentas de alcançar um público maior. A pesquisa mostra que, com toda essa atividade, defensores de marcas têm 70% mais chances de serem vistos como boas fontes de informações por outras pessoas – lembra daquela batida afirmação de que consumidores confiam mais na opinião de conhecidos? Pois é. É verdade! Nesse mesmo sentido, esses defensores estão 50% mais inclinados a criar um post que influenciará uma compra por outra pessoa.

Mais dados interessantes como esses podem ser encontrados aqui, na pesquisa completa. Agora vamos a um passo importante para você, empreendedor:

Como encontrar e como se comportar com esses defensores?

Como você já pode perceber, esses defensores passam bastante tempo nas mídias sociais. Então, passe a ficar de olho no que usuários fazem em relação a sua empresa nesses meios. “Monitore constantemente sua marca, pesquisando não só seu nome, mas também palavras-chaves que podem ser associadas a ela. Dessa forma você encontrará os usuários mais ativos”, afirma Kenski.

Não esqueça que você também pode transformar usuários comuns em novos defensores. Kenski afirma que, para isso, basta estimulá-los com conteúdo de relevância, iniciar debates e principalmente dar importância ao que eles têm a dizer. “Nessa interação é preciso um tratamento individual, precisa chamar a pessoa pelo nome. Colocá-lo o em uma posição em que ele saiba que a opinião dele pode ajudar na decisão da empresa”, diz. Ou seja, dê atenção e leve em consideração o que os defensores têm a dizer.

Uma das estratégias mais comuns em marketing é oferecer a esses defensores a possibilidade de testar ou experimentar produtos e serviços da empresa. É uma tática que tem feito sucesso, mas que deve ser usada com cuidado. Você, como empresa, não pode dar a entender que está tentando comprar a opinião do consumidor com o gesto. “Você não pode tomar uma posição tendenciosa. A empresa tem que mostrar que está interessada sim no feedback desse consumidor e mostrar que esse retorno pode beneficiar outros consumidores como ele”, afirma Kenski.

E você, leitor-empreendedor? Já sabe quem são seus defensores?

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Interbrand destaca as marcas mais valiosas do país

Pare para pensar. Qual marca vem a sua cabeça neste momento?

Um ranking elaborado pela Interbrand aponta o Banco Itaú como à marca mais valiosa do país. A consultora líder mundial em estratégia e identidade de marca, apontou pelo segundo ano seguido o banco Itaú, o Bradesco, a Petrobras, o Banco do Brasil e a Skol, como as cinco marcas mais valiosas do país, respondendo por 75% do valor das 25 maiores marcas brasileiras, que é de R$ 92 bilhões.

A mineradora Vale foi outra que se destacou, mesmo após a crise que abalou a empresa no ano de 2008, investiu forte em campanhas institucionais, que a colocou na 8° posição. Entre as maiores marcas nacionais do ano, seis são novatas: Cielo, Caixa Econômica Federal, Extra, Casas Bahia, Pão de Açúcar e Ponto Frio.

Os critérios de avaliação são: A marca ser originária do país, ser listada na bolsa de valores, gerar EVA positivo, fornecer informações suficientes para identificação da sua receita individual e ser amplamente reconhecida nos principais mercados.

Os resultados são definidos da seguinte maneira: examina-se o desempenho das marcas em termos financeiros, medindo a capacidade de capturar a preferência dos consumidores e a probabilidade de geração de receitas futuras.