sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Salário mínimo brasileiro deverá alcançar R$ 670,95


EM RELAÇÃO AO SALÁRIO ATUAL, DE R$ 622 O AUMENTO REPRESENTE 7,9%, SUPERANDO O VALOR PREVISTO PELA LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS, QUE APONTAVA UM MÍNIMO DE R$ 667,75

Nesta quinta-feira (30), o governo federal propôs que o salário mínimo chegue a R$ 670,95, em fevereiro de 2013. O anúncio foi feito pela ministra do Planejamento, Miriam Belchior, e pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega
Encaminhada pelo Ministério do Planejamento ao Congresso Nacional, a proposta está fixada no Projeto de Lei Orçamentária. Em relação ao salário atual, de R$ 622 o aumento represente 7,9%, superando o valor previsto pela Lei de Diretrizes Orçamentárias, que apontava um mínimo de R$ 667,75.
O reajuste é baseado na variação do Produto Interno Bruto (PIB) que foi de 2,7% em 2011. na estimativa de que a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) previsto para o ano de 5%. "O Projeto de Lei Orçamentária Anual para o próximo ano prevê que a inflação será de 4,5% e o PIB crescerá 4,5%, alcançando R$ 4,9 trilhões", informou o ministério, por meio de nota.
Com informações do Portal Planalto

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Concurso desafia jovens empreendedores a mostrarem seus projetos em 3 minutos


PODEM PARTICIPAR CANDIDATOS A MESTRADO E DOUTORADO, JOVENS PROFISSIONAIS, CIENTISTAS, PESQUISADORES E EMPREENDEDORES COM MENOS DE 35 ANOS

O Falling Walls Lab é um evento voltado à apresentação por jovens de inovações transformadoras para um júri de notáveis acadêmicos e executivos. Em um formato desafiador, os candidatos têm apenas 3 minutos para apresentar suas ideias.
O evento é promovido pela The Falling Walls Conference, encontro anual realizado em Berlim pela Falling Walls Foundation, organização sem fins lucrativos apoiada pelo Ministério da Educação e da Pesquisa da Alemanha e diversas outras instituições.
Podem participar  candidatos a mestrado e doutorado, jovens profissionais, cientistas, pesquisadores e empreendedores com menos de 35 anos e propostas de inovações transformadoras em qualquer área do conhecimento.

O evento será realizado no dia 1° de outubro de 2012, a partir das 18h, no Club Transatlântico, Rua José Guerra, 130, Chácara Santo Antônio, São Paulo, SP. As inscrições estão abertas até 16 de setembro. 

O vencedor estará classificado para o Final Lab, em Berlim, que será realizado no dia 8 de novembro de 2012. Também poderá participar, com as despesas pagas, da Falling Walls Conference – The Conference on Future Breakthroughs in Science and Society, que será realizada no dia 9 de novembro na capital da Alemanha.
A conferência, que tem apoio da Alexander von Humboldt Foundation terá como palestrantes 20 cientistas renomados que abordarão o tema "Quais serão os próximos muros a cair?". Monique Breteler, do German Centre for Degenerative Neurological Illnesses, e Hal Varian, economista chefe do Google serão dois dos palestrantes.
As outras etapas do Falling Walls Lab ocorrerão na Turquia (10 de setembro), Romênia (11 de setembro) e África do Sul (21 de setembro).
Mais informações e inscrições: www.falling-walls.com/lab/apply. 

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Mais de 23% dos trabalhadores informais têm ensino Superior, diz FGV


O estudo traça o perfil dos trabalhadores informais no Brasil e quais setores possuem maiores taxas de informalidade

Um estudo realizado pela FGV (Fundação Getulio Vargas) em parceria com o IBRE (Instituto Brasileiro de Economia) revela que, em 2009, mais de 23% dos profissionais que possuem ensino Superior ou grau maior de estudos atuam na informalidade.
A maioria dos trabalhadores informais (que não possuem carteira de trabalho) ainda é a parcela de menor escolaridade, em média, de zero a três anos de estudos, representando 59,1% do total. Próximos a esses trabalhadores aparecem os profissionais com escolaridade entre quatro e sete anos, com quase 49%, seguidos pelos trabalhadores que possuem até dez anos de ensino, 37,7%, e pelos que têm ensino Médio completo.

Setor

A pesquisa também levantou os números de informalidade por setor. Nesse quesito, a Indústria Extrativa Mineral se destaca, com mais de 64% de trabalhadores informais. O estudo aponta que a taxa elevada neste setor pode estar associada ao trabalho familiar de pequenas propriedades.
A lista segue com Serviços de Administração Pública, com 59,7%, outros serviços, com 47,1%, Indústria da Construção, com 44,6% e Serviços de Alojamento e Alimentação, com 37,5%.
“Setores intensivos em mão de obra se mostram como aqueles com maior taxa de informalidade como pode ser visto com base na informalidade elevada dos setores de serviços”, consta no estudo.

Informalidade em queda

De 2002 a 2009, a taxa de informalidade caiu em 6,2% e o desemprego 0,8%. Segundo dados da PME (Pesquisa Mensal de Emprego), houve uma queda ainda mais significativa entre 2009 e 2011, atingindo 14,6% de diminuição.
Além das iniciativas do governo, um dos motivos para esse resultado é a redução na participação de jovens no mercado de trabalho, visto que tal grupo apresenta alta informalidade. A baixa registrada também significa que os jovens brasileiros estão se dedicando aos diferentes níveis de estudos.
“A manutenção dos jovens nas escolas por mais tempo melhora a inserção destes no mercado de trabalho com taxas de desemprego menores e reduz a chance destes serem trabalhadores sem carteira”.

domingo, 26 de agosto de 2012

Congresso vai orientar micro e pequenas empresas


Evento será nesta terça (28) em Boa Viagem

Com o grande objetivo de esclarecer e tirar todas as dúvidas do setor em relação ao novo plano de compras governamentais anunciado recentemente, Pernambuco recebe a 13ª edição do Congresso Estadual de Micro e Pequenas Empresas de Pernambuco. Será na próxima terça, dia 28, a partir das 8h, no Hotel Jangadeiro, na Avenida Boa Viagem.


As inscrições vão até as 18h de amanhã no site da Federação das Micro Empresas e Empresas de Pequeno Porte de Pernambuco (Femicro-PE), www.femicro-pe.org.br. Custam R$ 30. Quem perder ainda pode garantir a vaga no dia do congresso, das 8h às 9h, antes do início das atividades.

Com o tema “Empreendedorismo é o caminho”, o dia será inteiramente dedicado a palestras, divididas em quatro painéis distintos. O primeiro, das 10h às 12h, será governamental. Os microempreendedores poderão conferir palestras sobre projetos de incentivos, estímulo à exportação e políticas de compras governamentais.

A partir das 14h, o primeiro painel da tarde terá a analista do Sebrae Tereza Nelma levando dicas para os empreendedores individuais que acabaram de se formalizar.

Em seguida, uma palestra sobre franquias, com o presidente da BTC Group, Gutenberg Fernandes.
No painel Legislação, os empresários poderão aprender sobre leis trabalhistas e a relação entre empregado e empregador. Por fim, haverá um horário motivacional, com Alessandro Menezes, diretor administrativo/financeiro da Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina.

As microempresas, empresas de pequeno porte e empreendedores individuais contarão também com um balcão de atendimento, com orientação ao crédito, feito pela Agência de Fomento de Pernambuco (Agefepe) e por representantes do Banco do Nordeste do Brasil (BNB).

A Femicro conta com apoio da Confederação Nacional das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Comicro) e do Sebrae.

GOVERNO - No início do mês, o governo do Estado atendeu a um pleito antigo das micro e pequenas Empresas (MPEs): assinou um decreto que cria uma nova política de compras governamentais.

Até então, o modelo existente restringia a participação do setor a contratos de até R$ 80 mil. Agora, será possível também praticar a subcontratação de empresas de menor porte e participar de cotas de reservas de lotes em licitações (até 25%). As novas regras passam a valer em novembro.

Pernambuco tem 1.200 vagas para capacitação técnica em software


Ministério da Ciência e Tecnologia lança na segunda-feira site para inscrições
Do JC Online
Recife foi a primeira capital a receber o lançamento regional do TI Maior, plano estratégico do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) para estimular o mercado de produção de softwares no Brasil. Apesar de o ministro Antonio Raupp ter discutido o projeto com o governador Eduardo Campos, não houve qualquer avanço em relação ao lançamento nacional do programa, realizado na segunda-feira passada em São Paulo, quando foi anunciado investimentos de R$ 500 milhões no setor em todo o Brasil. Os jovens que cursam nível médio, no entanto, têm uma notícia mais palpável. O ministério lança na segunda-feira o site do BrasilmaisTI, que receberá inscrições de interessados em capacitação técnica no setor. São 1.200 vagas para Pernambuco, mas a forma de seleção ainda não foi definida.
O programa tem por objetivo trabalhar em diversas frentes de forma a transformar a indústria de softwares no Brasil, hoje mais ligada a serviços que em venda de produtos. “Não existe inovação sem softwares”, decreta o ministro Marco Antonio Raupp. O objetivo do governo é trazer o País, até 2020, para o quinto lugar do ranking mundial de TI – hoje em sétimo –, promover as exportaões para US$ 20 bilhões (8 vezes mais) e aumentar a participação do setor no PIB nacional dos atuais 4,4% para 6% neste período.
São diversas linhas de atuação do TI maior, mas as principais delas focam nas empresas aceleradoras de Start ups (pequenas empresas inovadoras com potencial de rápido crescimento). “Vamos selecionar projetos para investir e o governo do Estado garantiu a sua participação nas contrapartidas”, repassou o secretário de Política de Informática do MCTI, Vírgilio Almeida, sem arriscar números. “O Porto Digital poderia se candidatar de forma a receber recursos para estimular novos empreendimentos”, salientou o secretário. Estímulo à Pesquisa e Desenvolvimento de novos produtos, bolsas para pesquisaroes, intercâmbios com universidades estrangeiras e capacitação de corpo técnico são outros pontos previstos no programa. A certificação de softwres nacionais para concorrência pública é outra iniciativa. “Empresas com este selo poderão ter preferência em concorrências públicas com preços até 25% maiores”, informa.
Além de ter uma expressiva participação no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, ultrapassando uma movimentação de US$ 100 bilhões, o setor de Tecnologia da Informação é importante porque 94% dos players são de pequenas e microempresas. São cerca de 8.500 delas em todo o País.

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Programa leva empresários a quatro escolas de negócios de países dos BRICs


Objetivo do programa, do qual faz parte a Fundação Dom Cabral, é promover o conhecimento do ambiente de negócios e cultural dos países que compõem os BRICs

Promover conhecimento profundo sobre cada uma das economias dos BRICs (Brasil, Rússia, Índia e China), oferecendo às empresas habilidades para investir com sucesso nesses países. Este é o objetivo do Programa BRICs on BRICs, parceria inédita entre quatro escolas de negócios: a Fundação Dom Cabral (FDC), do Brasil; a Moscou School of Management Skolkovo, da Rússia; o Indian Institute of Management Ahmedabad (IIMA), da Índia; e a Cheung Kong Graduate School of Business (CKGSB), daChina. A segunda turma do programa começa em outubro deste ano.
O programa é destinado a CEOs, executivos e autoridades governamentais. Os participantes têm aulas presenciais nas quatro escolas e contato direto com empresas, representantes do governo e a cultura local. Em 2011, 24 executivos se inscreveram no programa, vindos de seis países diferentes, todos eles ocupantes de cargos de CEO, VP ou Diretor em grandes empresas. O programa é composto por quatro módulos – cada um realizado em um dos países dos Brics, onde os participantes permanecem por seis dias.
Juntos, os BRICs representam 42% da população do planeta e 18% do PIB mundial. Deixaram de ser fornecedores de recursos naturais e mão-de-obra e despontam como importantes mercados consumidores. Em virtude deste contexto promissor, as quatro escolas de negócios se uniram para desenvolver o programa BRICs on BRICs, que traz compreensão sobre os ambientes de negócios e as culturas locais por meio da vivência real em cada país.
Com grande potencial, essas economias atraem cada vez mais investidores, que precisam entender melhor como as empresas são geridas e como são formadas as suas redes de negócios nesses países. "Além do aprendizado tradicional em sala de aula, os participantes têm acesso a grandes empresas, representantes governamentais e executivos do país, para que possam compreender as diferenças nas leis e nas conjunturas econômicas, bem como o papel desempenhado pelos governos. Para ampliar as fronteiras culturais, os participantes são convidados a visitar domicílios e vivenciar os costumes locais", explica Antônio Batista, Diretor do Programa BRICs on BRICs.
Datas
No Brasil - Belo Horizonte e São Paulo, de 14 a 19 de outubro/12
Na Rússia – Moscou, de 03 a 07 de dezembro/12
Na Índia – Ahmedabad, de 4 a 8 de março/13
Na China – Pequim, de 20 a 25 de maio/13 


quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Veja 4 razões para não desistir da empresa quando ela está em crise


Em clima pesado para o Facebook, Mark Zuckerberg e sua equipe continuam com a moral alta. Confira as máximas antes de deixar ou não este barco

Há cerca de seis meses atrás, trabalhar no Facebook daria inveja a todos os profissionais da área de criação, negócios e tecnologia. Mas, desde que as ações da empresa caíram drasticamente, muitos deles desistiram de tal sonho de carreira.
Por mais que o clima não esteja dos melhores, a moral dos profissionais do Facebook parece continuar alta. Até mesmo o CEO da empresa, Mark Zuckerberg, reconheceu em reunião com equipe que assistir as ações caírem pode ser “doloroso”, segundo o site Careerbliss.
Em situação como essa, quando uma empresa está em crise, nem sempre a melhor saída é deixar o barco. Para o diretor da DePauw University, Steve Langerud, quando há informação sobre instabilidade financeira de sua empresa, a notícia se espalha rápido, com informações que podem ou não ser verdadeiras.

Você está preparado?

Assim, antes de tomar qualquer decisão, o site Careerbliss elaborou quatro pensamentos que você deve considerar antes de seguir com seus planos:
1. Você está nele por um motivo, qual é? "Nós não construimos serviços para ganhar dinheiro", escreveu Zuckerberg no prospecto do IPO do Facebook. "Nós ganhamos dinheiro para construir melhores serviços. As pessoas querem usar os serviços de empresas que acreditam em algo além de simplesmente maximizar os lucros”.
O que te leva a trabalhar naquela empresa? Apenas dinheiro ou tem algo a mais? Esse “algo a mais” vale a pena apostar? Se você trabalha em uma instituição que realmente muda algo em você, te faz viver melhor, você pode suportar futuras dificuldades financeiras da empresa. Ser otimista e acreditar que a empresa sairá desta crise também é importante.
O Wall Street Journal informou recentemente que alguns dos profissionais do Facebook são positivos em relação às perdas, porque acreditam sinceramente na empresa. "Eu terei uma perda de curto prazo", diz o empregado, de acordo com a notícia.
2. Ainda há esperança: se nem tudo está perdido, não há razão para se desesperar prematuramente. "Todas as empresas, em um momento ou outro, poderá estar em perigo. E a maioria delas sobrevive", ressalta um escrito de Guia Profissional do The Wall Street, Roy Cohen. Ele diz que se há problemas a curto prazo, uma dificuldade passageira como a perda de clientes ou pouco faturamente pode ser desculpa para deixar a empresa.
O que é preciso fazer nessas horas é pesquisa e estar bem informado. Por mais que não te digam nada, sentir o clima da empresa e a preocupação dos empresários e gestores é uma alternativa.
3. Questão de confiança: Você confia em seus chefes, colegas de trabalho e acionistas? Após observar o que acontece na sua empresa e se certificar de que há algo por trás de tanta ansiedade e nervosismo, se perguntar se você confia no desempenho da sua empresa é fundamental para insistir ou deixar a causa.
Por fim, uma questão importante para determinar o seu destino: "Você consegue se ver como parte da equipe que irá vencer essa dificuldade?" Se a resposta for não, é hora de repaginar seu currículo.
4. Situações desafiadoras, novos caminhos: "grandes riscos trazem grandes recompensas", diz Langerud. Além disso, se você apostar neste barco e ele não afundar, mostrará aos seus superiores que você é um profissional determinado, leal e persistente.
Também, nessas crises há mudanças de cargos da diretoria e novas oportunidades podem se abrir para você.
Acima de tudo, pensar na sua carreira e montar um plano para o futuro irá ajudar a avaliar se essa empresa trará mais benefícios do que outras oportunidade. "Os profissionais devem gerir a sua própria carreira, em vez de acreditarem que a organização vai fazer isso por eles", diz McMillan. Vale lembrar que nenhuma das razões acima deve impedí-lo de estar preparado para uma saída estratégica, caso você decidir que é hora de saltar para outros rumos.

Brasil é o 3º país que mais contratou em 2012


Segundo pesquisa, empresas brasileiras quase dobram contratação até o 2º trimestre deste ano

O Brasil foi um dos países que mais contratou em 2012. Segundo o International Business Report (IBR) 2012 da Grant Thornton International, o índice de emprego no país no segundo trimestre deste ano chegou a 49%, ficando acima da média global de 27%. O crescimento de contratações no país foi 23 pontos percentuais maior que o mesmo período de 2011 (26%). O resultado colocou o Brasil na 3ª posição do ranking mundial anual. A pesquisa engloba mais de 11.500 empresas privadas em 40 países.
"O dado reflete uma redução da informalidade no País além de criação de novas empresas e expansão de outras. O governo tem fechado mais o cerco para controlar essa economia paralela", comenta Antoniel Silva, diretor da área de Gestão e Pessoas da Grant Thornton Brasil.
O País ficou atrás apenas do Peru (64%) e Índia (57%). Ainda entre os países onde os empresários mais contrataram estão o Chile e Turquia (Ambos com 56%) e Malásia (50%). Na contramão, países como Grécia (-33%) e Espanha (-18%) infelizmente ainda não tem melhorado o panorama de emprego local.
Regionalmente, a América Latina (42%) e os países da ASEA (Associação das Nações do Sudeste Asiáticos) foram os locais onde os empresários mais contratam, de acordo com os dados do segundo trimestre do IBR, seguidos pela América do Norte (35%) e pelos países do BRIC (Brasil, China, Rússia e Índia) (30%).
Os setores que mais contratam foram o de fornecimento de eletricidade, gás e água (45%), Saúde (42%) e educação e serviços sociais (39%). Os segmentos hospitalar foi o que menos empregou no segundo trimestre de 2012 (6%), seguido pelo segmento de agricultura (20%) e serviços profissionais (19%).